As pessoas costumam gozar comigo quando digo que sou sportinguista. A minha resposta face a isso é muito simples! É bestial, para mim, que o Sporting seja um clube de “porreiros” e passe à margem da luta pelo título, caso contrário eu tornar-me-ia viciado num futebol que para além de fraco, me impossibilita de fazer outras coisas naquela hora e meia.
(Antes de continuar a escrever, quero desde já deixar bem claro a qualquer sportinguista que venha aqui ler isto e tenha vontade de me oferecer porrada, o orgulho que tenho em vestir esta camisola! Agora, da mesma maneira que somos portugueses e gozamos com o estado da nação, também vou gozar um bocado com o meu clube, porque também merece!).
Continuando o raciocínio, os adeptos dos outros clubes cujo nome não é para aqui chamado, não têm noção do quanto se ganha ao não ver um jogo de futebol. A transmissão da maioria dos jogos é exactamente à hora de jantar. Qualquer miúda que se preze, adora um gajo que diga “Não, hoje há futebol, mas eu prefiro ir jantar contigo!”. Esta frase é sucesso garantido! E não falo apenas por mim, há 1 ou 2 milhões de sportinguistas por aí, aos quais apenas se descontam os que, por qualquer motivo que não consigo compreender, têm que estar àquela hora no relvado a correr atrás dos gajos que por sua vez correm atrás da bola.
O facto de ser sportinguista devia ser desde logo, para as mulheres que lerem isto, um factor de sobrevalorização de qualquer homem. Entendam que, pelas minhas contas, há 2 em cada 10 homens que optam estar convosco em detrimento de ver um jogo de futebol. Isso confere-nos imediatamente uma vantagem com a qual nenhum outro adepto consegue competir.
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