Estudantes, professores, advogados, engenheiros, economistas, físicos, etc., hoje em dia todos estamos sujeitos à necessidade de ler textos enormes. Eles estão por toda a parte!
A mim, a primeira coisa que passa pela cabeça quando faço uma pesquisa e me deparo com um colosso desses, não posso escrever aqui na íntegra porque sou um tipo educado, mas é aproximadamente isto: “Estou f$?�!”. A segunda coisa que opto por fazer é fechar a página e procurar uma solução mais simples.
Não tenho paciência para ler textos enormes e normalmente aborrecidos; é sobretudo a esses que me refiro. Dou por mim a chegar a ¾ do documento e ter que voltar ao início porque já não me recordo do que tinha lido. Para além disso, quando se lê documentos com mais páginas do que as necessárias, a probabilidade de se ser interrompido é francamente maior do que durante a leitura de um pequeno texto que, geralmente, tem a capacidade de ter tanto conteúdo como outro com o dobro das palavras. Mais do que isso, é natural que uma distracção suscite a necessidade de, volto a referir, voltar novamente atrás na leitura para recuperar o raciocínio.
A questão fundamental que aqui se coloca e me preocupa é que a tendência nestes casos é sempre a de culpar o elemento que provoca a distracção. É errado! A culpa é de quem, por querer ser espaventoso, deslumbrante e no final ser pavoneado por incluir demasiadas palavras esdrúxulas, escreve mais do que devia com o único pretexto de “encher chouriça”!
E é só por isso que hoje fico por aqui.
http://www.youtube.com/watch?v=YYOAslBbURI
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